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Pais da Águas Andradina unem trabalho e família

Colaboradores responsáveis por serviços essenciais da cidade contam como a paternidade transformou responsabilidades, escolhas e a forma de enxergar o futuro.
O Dia dos Pais passou no calendário, mas a responsabilidade de ser pai não termina no domingo. Em Andradina, histórias de trabalhadores mostram como a paternidade e a vida profissional caminham lado a lado quando o assunto é construir o futuro.
Entre os colaboradores da Águas Andradina, empresa do grupo Iguá Saneamento e Sabesp, estão pais que diariamente ajudam a manter serviços essenciais para a população, como abastecimento de água e encaminhamento e tratamento de esgoto. Fora do trabalho, outra missão continua em casa.
Uma dessas histórias é a de Rodrigo Pereira da Silva, operador técnico e pai de cinco filhos.
No casamento atual, Rodrigo é pai de Rebeca e Hadassa. A experiência com as filhas reforçou para ele que paternidade não é uma função pronta: é algo aprendido diariamente.
“Eu aprendo a ser pai todos os dias com minhas filhas. A maior responsabilidade é educar, ajudar a dar os primeiros passos, ensinar e ajudar a escolher o futuro.”
Para Rodrigo, mais importante que simplesmente acompanhar o crescimento dos filhos é contribuir para que eles tenham perspectivas e condições de construir os próprios caminhos.

Nascido e criado em Andradina, ele também encontra no trabalho uma forma de transmitir esse exemplo. Ao contribuir diariamente com um serviço essencial para a cidade onde sua família vive, procura mostrar aos filhos o valor da dedicação e da responsabilidade.
De um desafio aos 22 anos à família que sonhou
Para Wellington Botega Ramos, encarregado operacional da Águas Andradina, a paternidade começou cedo.
Ele tinha 22 anos quando soube que seria pai. A notícia trouxe novas responsabilidades e desafios, mas aquela mudança de vida se transformaria em uma de suas maiores realizações.
Hoje, pai de Luana e Rafaela, Wellington valoriza especialmente os momentos em família e aproveita os finais de semana para acompanhar as filhas e fortalecer a relação construída ao longo dos anos.
“Quando minha noiva falou que estava grávida, eu tinha 22 anos e ser pai foi um desafio muito grande. Hoje me sinto honrado por ter a família que pedi a Deus.”
As histórias de Rodrigo e Wellington mostram duas faces de uma responsabilidade que não bate ponto: enquanto ajudam a cuidar de um serviço essencial para milhares de moradores, continuam, dentro de casa, a missão mais pessoal de suas vidas.
Porque o expediente termina. Ser pai, não.
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